Já ouvir dizer que a fala das pessoas são cheias de intenções e que em todo discurso predomina alguma Ideologia ou muitas Ideologias. Estudiosos afirmam que a pessoa ao contar um fato que se passou em sua vida, não conta como ele realmente aconteceu, mas de uma forma ideológica.
“Ilusão da cabeça de cada um”, é uma expressão bem conhecida vulgarmente. Acho interessante como e porque nós reproduzimos as ilusões dos outros, a maneira que as agarramos e lutamos para torna-las reais. Procurarei ser mais claro, pois a questão é como o passado ilusório de uma pessoa intervém no presente de outra?
A confusão mental de muitas pessoas ocorre quando se mistura a verdade com a mentira. Nem sempre o recurso da fala nos possibilita a visualização de todos os ângulos da situação descrita sem que ultrapasse disso, e poucas pessoas detêm o poder de manipular a linguagem de maneira objetiva dando o máximo de segurança no que se pretende ser realizado.
A maioria dos feitos que vamos realizar nos baseamos nas experiências de outrem, até aí tudo bem. O problema estar quando nos fundamentamos nos atos dos outros de tal forma que breque a criatividade e o bom senso para situações específicas que acontecem conosco.
Conseguir discernir o que é material do que é ilusório no diálogo é uma das chaves para o sucesso nas relações que desenvolvemos com os nossos semelhantes. O desvencilhamento de muitas ilusões permitirá trilhar caminhos podendo percebê-los com os olhos desvelados, é esse tipo de segurança chamada realidade que uns buscam e outros têm medo.
Por: Sanches Jr. (dynisson7@gmail.com)

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